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	<title>Frankenstoria &#187; Biblioteca</title>
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		<title>BL015 &#8211; Out of Sympathy</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 14:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frankenstoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h2>Parte 01</h2>
<p>&#160;</p>

O asfalto era antigo, mas apesar da idade não apresentava rachaduras. Era um ponto da cidade onde não passavam veículos de grande porte. Também não sofria um castigo severo do clima, algo incomum naquela região em que chovia bastante. Com exceção da cor que denunciava sua idade, aquele poderia ser considerado um terreno virgem.
<p>&#160;</p>
E foi neste asfalto que surgiu um ponto de fogo que parecia não ser afetado pelo vento, que soprava com média intensidade naquele momento. Uma chama de poucos centímetros de altura era contida por uma espécie de tubo invisível, de cor escura, avermelhada. Em poucos segundos outra chama apareceu, depois outra, outra e mais outra. Cinco chamas perfeitamente iguais, como se fossem reflexos de um espelho.]]></description>
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		<title>BL014 &#8211; Os ordinários</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 00:23:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frankenstoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h2>Os ordinários</h2>
<p>&#160;</p>

<h3>Tio da Sukita, 45</h3>
Sabe aquele tipo de gente que simplesmente não consegue cagar na casa dos outros? Comigo é ao contrário: já que vou cagar, que seja na casa dos outros! Desde criancinha. Minha mãe sempre dizia, não se caga onde se come...
<p>&#160;</p>
Deve ser por isso que trepar pra mim é a mesma coisa: quanto mais alheia a mulher, melhor. Sou pós-pílula e pré-AIDS, todo mundo trepava com todo mundo, coleciono um bocado de anéis aqui comigo – anéis dos casamentos que traí e outros anéis que tracei, jóias que para os maridos eram sempre "não, por trás não!". E outra, por que diabos a minha mulher sabe disso e faz vista grossa, ainda fica comigo? Será que o Nelsinho Rodrigues tava tão certo assim, toda mulher gosta mesmo é de apanhar é?]]></description>
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		<title>BL013 &#8211; Caro amigo Zzyziks</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 22:46:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Frankenstoria</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<h4>Caro amigo Zzyziks,</h4>
<p>&#160;</p>
Sei que você está de partida para conhecer o planeta Terra durante suas férias intergaláticas. Já fiz esse mesmo programa de índio – tive de parar minha espaçonave num continente e, por perceber que ninguém lá havia sido colonizado, batizei o lugar de “Brasil”, que na nossa língua significa “escambau”. 
<p>&#160;</p>
Mando esta mensagem para lhe avisar o seguinte: não é fácil se virar no planeta Terra. Principalmente quanto à comunicação. Você vai entender melhor com a prática, mas aqui vai um manual básico em formato de dicas:]]></description>
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		<title>BL012 &#8211; Pênis em formato de coração</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Sep 2009 16:39:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h2>Parte 03</h2>
<h3>Quem inventou o amor?</h3>
<p>&#160;</p>
- Você me ama?
Começaram bem. E cedo! Logo às 7 da manhã. Após um sexo regular, sem maiores preocupações ou criatividade. O estranho é que desta vez quem puxou a conversa foi ele. Logo ele que nunca foi de questionar sentimentos. Enquanto achasse que amava, então quer dizer que a outra o amava também. O problema é quando o questionamento não é só constante, mas também inevitável.]]></description>
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		<title>BL011 &#8211; &#8220;O Hômi na Lua&#8221;</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Aug 2009 22:34:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<p>E aí ela me fez chorar.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Não porque tenha feito algo de ruim ou sido sacana, não. Acho que ela nunca faria isso, ao menos não comigo.</p>
<p>Compartilhar almas, você sabe o que é? Porque casais compartilham vidas, irmãos também. Amigos? Em alguns momentos, sim. Mas, almas? Isso é raro. É coisa de sexto sentido. Pensar no outro e o outro aparecer. Saber exatamente o que ele ou ela está sentindo. Pressentimentos. Um caso de sintonia fina, mesma freqüência.</p>]]></description>
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		<title>BL010 &#8211; Pênis em formato de coração</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 02:21:22 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[<h2>Parte 2</h2>
<h3>Bola sete na caçapa do canto</h3>
<p>&#160;</p>
- Maiores ou menores?
Quente ou frio? Alto ou baixo?  Direita ou esquerda? Abaixo ou acima?  Dentro ou fora? Preto ou branco? Sapato ou chinelo? Casa ou apartamento? Praia ou campo? Ser ou não ser? De todas as questões possíveis, naquele instante, ele queria apenas a solução para uma pergunta que talvez pudesse decidir o destino daquela noite: Matar maiores ou menores em uma partida de sinuca.]]></description>
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		<title>BL009 &#8211; Moça da praça</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 02:13:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Moça da praça, dos olhos morteiros, faróis verdes e curiosos, que olham tudo que alcançam. Aperta bem esses olhos quando quer mirar longe.
Tão fácil esses olhos virarem espelho! Escorre a lágrima na bochecha corada de blush. Moça só anda maquiada no rosto, mas o coração ela nem disfarça. Se não gosta afasta, se gosta, ”por favor, me abraça”.
<p>&#160;</p>
Moça da praça, sorriso branco de dente bonito. Boca pequena e coração enorme! Tudo que pede moça ajuda, moça leva e traz. Moça gosta de despertar sensação boa em tudo que faz.]]></description>
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		<title>BL008 &#8211; Seppuku</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2009 20:52:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[(à Ani)
<p>&#160;</p>
<i>Eu quero a navalha e a carne.</i>
<p>&#160;</p>
<i>Quero que elas se toquem com gentileza
 para que eu sinta a frieza
do metal, pouco a pouco se perdendo no calor...</i>]]></description>
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		<title>BL007 &#8211; Dialógos de segunda-feira</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 02:10:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A: Não achei que fosse me ligar hoje novamente.
B: É, nem eu…não mesmo.
A: Você sempre some.
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A: (risos).
B: (risada sem graça).
<p>&#160;</p>]]></description>
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		<title>BL006 &#8211; Custo e benefício</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 17:49:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Clarisse se olhou no espelho uma segunda vez. Os olhos muito negros não escondiam a tensão de quem está prestes a fazer algo errado; não, não cometeria nenhum crime, apesar de a consciência espetá-la com mil alfinetes, cada um com o nome do noivo gravado em baixo relevo... Por fim convenceu-se de que os fins justificavam os meios; precisava do dinheiro e mais ainda precisava do fim de semana livre, mas tinha certeza de que se pedisse o dinheiro emprestado, ele faria mil perguntas e outras mil chantagens, para não só não fazer-lhe o empréstimo como também não a deixaria viajar.]]></description>
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